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Substituição dos verbos ter e fazer: de novo, o assunto mais procurado neste site.

26.December. 2017
por Claudia Atas

A proposta de trocar os verbos ter e fazer por construções mais eficientes, e ainda fiéis à ideia original, continua a liderar o ranking de Clareza & Coerência. Como substituir os verbos ter e fazer – respostas ao teste” ocupa, também neste ano, o primeiro lugar na lista de leituras deste site.

ranking-2017

São 6.687 visualizações, entre quase quinze mil, desde 2011. O número é maior se consideramos que esse título também está incluído na categoria “página inicial/ arquivos” e, desde 2012, é o mais lido dos rankings diário, semanal, mensal, trimestral, semestral e anual.

Balanços combinam com o espírito de fim de ano, especialmente para apoiar fatos, para gerar interpretações. No caso deste site, porém, o sucesso do post melhor colocado me intriga.

Nunca vi esse tema, nunca estudei essa troca. Possivelmente, a “fórmula” da troca decorre do mecanismo que aprendi em uma disciplina do curso de Jornalismo, da ECA/USP, ministrada por uma docente – Socorro – cujo sobrenome, lamentavelmente, esqueci. Foi ela, no entanto, que me ajudou a dar o primeiro salto de qualidade em redação. Foi ela que me levou a descobrir como o estilo envolve quase todas as questões normalmente trabalhadas de forma isolada.

Minha estranheza com a atração gerada pelo post mais lido aqui, nos últimos anos, vem do seguinte fato: Clareza & Coerência dedica-se indiretamente à gramática e usa uma linguagem mais própria do jornalismo do que a dos cursos de Português.

Embora intrigada, fico satisfeita com mais este ranking, principalmente porque sou informada que meus leitores são, majoritariamente, estudantes a partir do ensino Fundamental e até professores, que aqui buscam material para exercícios.

Espero que, no próximo ano, o site consiga aumentar a atração por questões mais “duras”, aquelas que procuram levar os visitantes a ganhar autonomia, a enfrentar “a ditadura da concisão, a censura ao uso de palavras difíceis e, ainda, a descobrir a verdadeira questão oculta sob o condenado “textos longos”.

Espero vocês em 2018.

P.S. Se quiserem sugerir temas e aspectos de redação que gostariam de ver analisados, fiquem à vontade  usem o espaço para comentários ou o e-mail <clapmark@terra.com.br>.

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